TEATRO TIVOLI BBVA RECEBE A PRÓXIMA TEMPORADA DA ORQUESTRA METROPOLITANA DE LISBOA

O Teatro Tivoli BBVA e a Metropolitana renovam a parceria cultural para a Temporada 2026/2027, com um programa que volta a trazer à sala alguns dos títulos mais emblemáticos do reportório sinfónico, interpretados pela Orquestra Metropolitana de Lisboa (OML).

A temporada abre a 14 de setembro, às 21h00, com o concerto Italiana de Mendelssohn, que assinala o arranque oficial da programação 2026/2027 da OML no Teatro Tivoli BBVA. Ao longo dos meses seguintes, a sala do centenário teatro recebe ainda mais nove concertos, que atravessam praticamente todo o grande reportório sinfónico europeu, de Beethoven a Wagner, passando por Schubert, Mozart, Stravinsky, Tchaikovsky e Brahms.

A colaboração entre o Teatro Tivoli BBVA e a Metropolitana tem contribuído para consolidar a sala da Avenida da Liberdade como um dos palcos de referência para a música clássica em Lisboa, aproximando o público do trabalho da orquestra e das suas três escolas de formação musical.

PROGRAMAÇÃO 2026/2027

A temporada arranca a 14 de setembro, com Italiana de Mendelssohn, concerto de abertura que dá o mote a um ano marcado por grandes sinfonias do romantismo e do classicismo vienense.

Segue-se, a 19 de outubro, a Nona de Beethoven, um dos momentos altos da temporada, com a participação do Coro Participativo da Metropolitana, que junta a orquestra a dezenas de vozes no icónico final coral da última sinfonia do compositor alemão.

A 9 de novembro, é a vez da Quinta de Schubert subir ao palco do Teatro Tivoli BBVA, revisitando a produção sinfónica de juventude do compositor austríaco, marcada pelo equilíbrio formal e pela influência da tradição clássica vienense.

O concerto Mozart Concertante, a 3 de dezembro, propõe uma viagem pelo universo do compositor austríaco, com a participação de Jieun Son (violino) e Madalena Lopes (flauta), ambas vencedoras do Prémio de Solista do Concurso Internacional de Música Júlio Cardona 2025, sob a direção musical de Luís Carvalho, que assina também a estreia mundial de uma obra sua incluída no programa.

Já em 2027, a temporada prossegue a 15 de fevereiro com a Escocesa de Mendelssohn, e a 22 de março com O Pássaro de Fogo, de Stravinsky, um dos títulos mais coloridos e teatrais do reportório orquestral do século XX.

A 25 de abril, em dois horários (20h00 e 21h30), a Metropolitana associa-se à dupla audiovisual Boris Chimp 504 para Beethoven: Revolução AV, um concerto que revisita a Quinta Sinfonia de Beethoven numa experiência multissensorial. Sob a direção de Pedro Neves, a proposta cruza a força revolucionária da obra com o espírito de mudança e inconformismo associado à data do 25 de abril.

A 2 de maio, num horário de matiné, às 17h00, o Tivoli recebe Zoo Sinfonias, um concerto pensado para aproximar novos públicos do universo orquestral através do imaginário animal.

A 7 de junho, a Orquestra Sinfónica Metropolitana apresenta Wagner: Aberturas e Prelúdios, um programa dedicado a algumas das páginas orquestrais mais conhecidas do compositor alemão, habitualmente ouvidas no contexto das suas óperas.

A fechar a temporada, o Teatro Tivoli BBVA acolhe, a 25 e 26 de junho, o Festival do Violoncelo Paulo Gaio Lima, iniciativa bienal em homenagem ao violoncelista e pedagogo Paulo Gaio Lima. Sob direção do maestro Bruno Borralhinho, o primeiro concerto (25 de junho) traz o solista Claudio Bohórquez para as duas Sonatas para Violoncelo de Brahms; o segundo (26 de junho) junta o violoncelista Luís Freitas da Cruz, vencedor do Prémio PGL 2025, e os músicos José Pereira e Nuno Abreu, num programa com Tchaikovsky e Brahms.

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